Oficina de audiovisual oferecida pelo Festival América do Sul realiza exibição de curtas

img_20161102_101650668-01A 13ª edição do Festival América do Sul Pantanal (Fasp) realizou entre os dias 01 e 10 de novembro, oficina de iniciação ao audiovisual que trouxe como proposta a capacitação dos alunos na área.

Ministrada pelo diretor e professor da Escuela de Cine y Artes Audiovisuales de La Paz, o curso com carga horária total de 240 horas deu início à grade de programação do festival. Como resultado do conteúdo abordado, a exibição de curtas produzidos durante a oficina acontecerá no dia 14 de novembro às 14 horas, no Sesc Porto Geral, em Corumbá. Entre os produtos desenvolvidos estão documentários sobre a cultura local e videoclipes musicais.

De acordo com Lidiane Lima, coordenadora do Núcleo de Audiovisual da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), a intenção foi trazer para os inscritos a prática da produção audivisual através de assuntos próximos à realidade local. “Veio uma vontade de se fazer uma coisa maior e mais desafiadora, com a intenção de promover o núcleo de produção de audiovisual aqui em Corumbá. A cidade tem um contexto, faz parte dos primórdios do cinema no estado”, relata.

Para Gabriel Morais, acadêmico de Administração, a oficina ofereceu a oportunidade de explorar novos conteúdos e se preparar para o mercado de trabalho. “Esses dias têm sido uma experiência única e inovadora. O método de ensino utilizado te permite usar e abusar da criatividade”, conta.

O festival

Em 2016, aproximadamente 500 pessoas estão envolvidas no evento. Entre elas, artesãos, artistas, produtores culturais brasileiros e de países como Paraguai, Chile, Bolívia, Uruguai, Argentina e Peru. Na grade das atrações culturais estão moda, dança, gastronomia, teatro e oficinas. Entre as apresentações musicais está confirmada a presença do cantor e compositor Carlinhos Brown. Haverá ainda mesas redondas, palestras e lançamento de livros.

Lidiane afirma que o Fasp tem a preocupação de promover todas as culturas e integrar os povos da América Latina. “A gente vê a realidade do outro. Uma pessoa de um país leva artesanato de outros países ou conhece, por exemplo, o teatro de rua de outros lugares”.

Incrições abertas

Durante os quatro dias em que acontece o evento, serão ministradas oficinas com diversas temáticas. Viola de cocho, releituras de obras, vivência corporal e experiências teatrais na Bolívia, que também recebe atrações do Fasp.

Para mais informações veja a programação completa no site.


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